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Crítica: FUJA – O filme da Netflix na mesma pegada de The Act, do HULU.

Fuja estreou esse mês na Netflix e, apesar de um ótimo suspense, fez lembrar muito a série The Act, do Hulu (pode ser assistido no Amazon Prime Video através do Starzplay).

O filme conta a história fictícia de uma mãe (Diane interpretada por Sarah Paulson) que vive inteiramente para cuidar da filha (Chloe,  Kiera Allen), cadeirante e com diversas outras doenças que a tornam extremamente dependente. Porém, Chloe descobre que suas doenças, inclusive a paraplegia, foram causadas pela própria mãe.

Isso te lembra alguma história? O trágico caso real de Dee Dee  Blanchard e Gypsy Rose, mãe e filha que viviam no Missouri, Estados Unidos. Gypsy sofria de graves doenças e mãe zelosa dedicava todo seu tempo cuidando e infantilizando a filha. Entretanto, Gypsy descobriu aos poucos que Dee Dee a envenenava com remédios que ela não precisava, pois não sofria de doença alguma, e acaba por assassinar sua mãe.

Sem entrar em mais detalhes da história real, esse é exatamente o roteiro de Fuja, exceto pelo final, que não fica claro.

O filme é rápido e direto ao ponto, sem enrolação. Não dá tempo para haver um plot, pois Chloe começa a suspeitar da mãe e a procurar explicações, chegando a conclusão muito rapidamente de que era envenenada propositalmente. Ainda assim, o filme é bem intrigante, tem muitas camadas de suspense e cenas de tirar o fôlego que criam expectativa do que está por acontecer, fora a atuação das atrizes que é incrível. 

Inclusive Kiera Allen é uma atriz deficiente, o que torna ainda mais crível as cenas em que ela está na cadeira de rodas e fora dela.

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